Não sei se todo mundo tá sabendo, mas tão querendo mudar o Código FLorestal. Parece consenso que isso seja necessário, mas não nos moldes do que pretendem nossos políticos. O link (http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100608/not_imp563142,0.php) é a coluna do Estadão de hoje do Aldo Rebelo (vale lembrar que ele é do partido comunista e agora defende os mega-agricultores - ou seja, tanto faz que partido você é, os interesses acabam quase sempre sendo os mesmos), um dos proponentes da mudança, que inclui a moratória de 5 anos das multas para os agricultores, a inclusão de APPs em Reserva Legal entre outras.
Não consegui achar a coluna que o Joly (e mais 3 pesquisadores) escreveu também pro Estadão, criticando o jeito da mudança. Uma crítica e acho que é muito, mas muito importante, porque coloca em xeque a função da maioria de nós pesquisadores e cientistas, é a de que a comunidade científica não foi consultada nem ouvida. Oras, pra que o Governo investe nas universidades então? Pra que formar pesquisadores, sendo que na hora em que o bicho pega, eles não servem para nada? Lembrem-se de que na COP-15 ficou uma briguinha de egos e interesse entre os Estados e não sobre o que realmente deveria ser feito em prol do meio ambiente. Será que os políticos acham que são deuses?
terça-feira, 8 de junho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
Acaba ou não acaba?
Tava assistindo CQC ontem à noite e me divertia com as pérolas dos deputados em Brasília (que não sabiam, por exemplo, qual das duas Coréias que é a socialista) e com as trapalhadas do Rafael Cortez em Indianapolis (que lascou um beijaço numa peituda bêbada), mas acebei me entretendo alguns minutos em outro canal, quando o programa da Bandeirantes estava no comercial, a Rede TV.
O programa comandado pela Luciana Gimenez, que por si só já não tem muita importância, discutia se o mundo vai ou não vai acabar em 2012. Discussão infrutífera e de resposta certa. O divertido, que chegou a ficar irritante (foi quando parei de ver), foi o momento em que o pastor começou a falar. Ele queria discursar sobre a bíblia e um dos participantes, que era acho um convidado especial da apresentadora, cortou as asinhas do pastor dizendo que o momento era de discussão científica e que não era hora de tentar arrebanhar fiéis. O pastor não gostou e continuava sua verborragia com o dedo em riste. Isso me chamou muita atenção: o pastor falava com o dedo apontando para os outros.
Depois disso parei de ver e voltei o CQC. Porque, como não iria ganhar nada vendo a discussão, achei melhor não perder uma diversão.
O programa comandado pela Luciana Gimenez, que por si só já não tem muita importância, discutia se o mundo vai ou não vai acabar em 2012. Discussão infrutífera e de resposta certa. O divertido, que chegou a ficar irritante (foi quando parei de ver), foi o momento em que o pastor começou a falar. Ele queria discursar sobre a bíblia e um dos participantes, que era acho um convidado especial da apresentadora, cortou as asinhas do pastor dizendo que o momento era de discussão científica e que não era hora de tentar arrebanhar fiéis. O pastor não gostou e continuava sua verborragia com o dedo em riste. Isso me chamou muita atenção: o pastor falava com o dedo apontando para os outros.
Depois disso parei de ver e voltei o CQC. Porque, como não iria ganhar nada vendo a discussão, achei melhor não perder uma diversão.
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