Virou manis ser padre e pedófilo. Aliás, virou não, porque essa taradice é bem comum há muito tempo. Agora estão pipocando casos atuais e bem antigos, mas não tão antigos que não possamos provar. Imagine o que não ocorria há alguns séculos, em que ninguém podia provar nada ou que tinha que ficar calado para não sofrer consequências piores.
O povo discute o celibato, como se fosse culpa dele. Lógico que é impossível se privar do sexo. Se já é difícil ficar um mês sem, imagine a vida toda! Nosso corpo pede por sexo e a seleção natural moldou a gente e os demais seres vivos para se reproduzir. No caso de algumas espécies, a reprodução é basicamente instintiva (falo aqui apenas da reprodução sexuada), mas pelo menos nos seres-humanos o prazer está envolvido. E isso é óbvio. Se é bom, façamos de novo. E de novo. E de novo. Não acho que os padres sejam diferentes e não sintam nada.
O problema é que o celibato não explica a pedofilia. Se a questão envolvida fosse apenas sexo, contratassem umas prostitutas ou fizessem troca-troca entre eles. Tudo não passa de um fetiche absurdo, uma safadeza envolvendo uma relação de poder entre o padre e a criança.
Pessoas normais em abstinência recorrem a muitas coisas, mas nunca para bizarrices como essa, além de tudo, um crime.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
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